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O artista
plástico Luis
Fernando Couto,
foi um dos
agraciados com o
prêmio
Urbanidade 2007,
do Instituto dos
Arquitetos do
Brasil, com a
obra Celo:
instrumento
musical feito de
diferentes
papéis e sucata
miúda. A
premiação foi no
dia 7 de
dezembro de
2007, na sede do
IAB do Rio, no
Flamengo. Seu
trabalho fez
parte da
exposição
“Reciclasa –
novos usos para
antigos
materiais”, pela
ONG Leia Brasil
e patrocinada
pela IBM com a
finalidade de
consolidar o
conceito
de
reciclagem
de
material.
O projeto reuniu 50
artistas, arquitetos e
artesãos que com suas
obras compuseram uma
casa completa – com
sala, quarto de casal e
de crianças, escritório
e cozinha – utilizando
material reciclável
tanto para a estrutura,
revestimento, quanto
para móveis e
decorações. A exposição,
que circulou por 10
cidades do país, de
agosto de 2006 a
novembro de 2007, esteve
no Rio em 2006 no IAB e
agora vai ficar em
definitivo no museu da
cidade de Hortolândia,
em São Paulo.
O Celo de Luis Fernando
é de 1985, quando o
debate da questão
ambiental ainda buscava
espaço na agenda
pública. Mas já na época
o conceito de
reaproveitamento foi
levado ao extremo pelo
artista, na coleção da
qual a peça faz parte
composta de outras
miniaturas de sucata.
Amélia Zaluar, curadora
responsável pelo
artesanato com sucata e
material reciclável da
exposição, explicou que
o prêmio do IAB – para
projetos ligados à
arquitetura – tem
repercussão nacional. “E
o nosso projeto ganhou
sozinho”, comemorou a
curadora, que não guarda
elogios para o trabalho
de Luis Fernando, que
faz parte do conjunto de
obras: “Conheço o
trabalho dele há muitos
anos. É uma pessoa
fantástica. O Celo é de
uma coleção de
instrumentos musicais em
que ele usou papel. Seu
trabalho é incrível”. |
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O IEKEAB
promoveu o encontro de
diferentes vozes e linguagens da
cultura negra. Aqui a academia
dialoga com o hip hop e o cinema
através da interação entre o
Prof.Dr. Julio Cesar, o rapper
Marechal e o diretor Luis
Fernando Couto. Um momento
marcante para o
Kedere.
O artista plástico e diretor Luis
Fernando Couto apresenta seu trabalho
“Nossas Raízes Negras’ um documentário
de 30 minutos traçando um panorama das
lutas e resistências negras durante a
escravidão e até os dias de hoje. Após
essa rica contribuição, aconteceu a
palestra do professor Dr. Julio César de
Tavares coordenador do curso de
pós-graduação em Estudos Culturais e
Históricos da Diáspora e Civilização
Africana da Funemac, curso onde o
Kedere se originou. O professor
falou sobre luta e reconhecimento e
respondeu as perguntas da platéia. |