MAQUETES

Papel e sucata (reciclagem), 1986

INDIVIDUAL

Papel Mágico (1985)

 

Se para o Eclesiastes (capítulo I, versículo 9/10) "nada é novo sob o sol e, por isso, ninguém pode dizer: eis algo de novo, porque já existia nos séculos que nos antecederam", estabelece a lei da Física que "nada se cria, nada se perde, tudo se transforma".

 

Esses dois conceitos, um bíblico e outro humano, parecem ter inspirado Luís Fernando Couto, que, depois de vitorioso exercício com miniaturas de automóveis, envereda pelas artes plásticas,

 

Através de um artesanato cuja matéria prima é a sucata - tampas de canetas, fios de nylon, alfinetes e papel, entre outros materiais descartáveis - que, com o toque de seu engenho e arte, se transformam em instrumentos musicais.

 

Autodidata puro, Luís Fernando Couto resgata restos do "lixo da civilização" e recria objetos artísticos semelhantes aos seus originais, nas mínimas minúcias, dando-lhes o toque do real. E isso é ARTE.

 

Carlos Menezes, jornalista de "O Globo"

 

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